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	<title>Comments on: BCC Papers 2/1: Brown, Orthodoxy</title>
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		<title>By: Samuel Brown</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115385</link>
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Brown]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jun 2007 21:11:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Boyd, I think you are looking for Talmage&#039;s book translated into Russian. I know nothing about that.  Honestly, though, you may find that Men&#039;s book serves a similar purpose. Obviously he didn&#039;t Mormonize Bible scholarship, and he is a bit more liberal theologically than Talmage, but he nevertheless gives a reasonable, faithful summary of Jesus&#039;s life.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boyd, I think you are looking for Talmage&#8217;s book translated into Russian. I know nothing about that.  Honestly, though, you may find that Men&#8217;s book serves a similar purpose. Obviously he didn&#8217;t Mormonize Bible scholarship, and he is a bit more liberal theologically than Talmage, but he nevertheless gives a reasonable, faithful summary of Jesus&#8217;s life.</p>
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		<title>By: Ronan</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115383</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jun 2007 20:10:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[I just want to type zut alors on a blog comment.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I just want to type zut alors on a blog comment.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: J. Stapley</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115382</link>
		<dc:creator><![CDATA[J. Stapley]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jun 2007 18:36:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jay Mann, la vraie question est pourquoi vous avez laissÃ© ce commentaire ici.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jay Mann, la vraie question est pourquoi vous avez laissÃ© ce commentaire ici.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Jay Mann</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115384</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jay Mann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jun 2007 15:38:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[MANUSCRITOS DO MAR MORTO (QUMRAN)







       Numa manhÃ£ de inverno de 1946-1947, trÃªs pastores beduÃ­nos (nÃ´mades do deserto) da tribo Taâ€™amireh, que estavam com seu rebanho ali, quando Ã  procura de algumas cabras, percebe duas aberturas na rocha. Ao tampar pedras pela abertura da rocha, ouve barulho de cerÃ¢mica quebrando. Dois dias apÃ³s entrou na caverna, encontrando uma sÃ©rie de jarros. Assim comeÃ§aram a ser encontrados os manuscritos.

       Os trabalhos de escavaÃ§Ãµes iniciaram em 15 de fevereiro de 1949 e terminou em 21 de marÃ§o de 1958. Onze grutas, seis escavadas no flanco do terraÃ§o e cinco na base da falÃ©sia.

       O primeiro manuscrito do Mar Morto foi encontrado no Cairo, Egito. Foi recuperado em 1897 numa guenizÃ¡h, local em uma sinagoga onde se guardam cÃ³pias de textos sagrados em desuso. O Documento de Damasco (ou Fragmentos Zadoqueus). A obra Ã© dividida em uma ExortaÃ§Ã£o e uma lista de Estatutos. Foi escrito por volta de 10 a.C..

       Os manuscritos bÃ­blicos encontrados em Qumran abrangem toda BÃ­blia hebraica, exceto o livro de Ester e, sÃ£o aproximadamente mil anos mais antigos do que o mais velho cÃ³dice.

       Um dos primeiros manuscritos retirados das grutas prÃ³ximas ao sÃ­tio de Qumran foi a Regra da Comunidade. Este documento de onze colunas apresenta poucas lacunas e estÃ¡ em bom estado de conservaÃ§Ã£o. Na gruta 4 foram descobertos tambÃ©m outros manuscritos fragmentÃ¡rios da mesma regra.

       A comunidade do Mar Morto (ou Qumran) foi estabelecida ali no sÃ©culo II a.C., que sobreviveu por cerca de dois sÃ©culos ou mais.

       A maioria dos manuscritos estÃ¡ em pergaminho, o restante em papiro.

       AlÃ©m dos manuscritos hebraicos, foram encontrados gregos e aramaicos. Os gregos sÃ£o fragmentos de ÃŠxodo, LevÃ­tico, NÃºmeros e DeuteronÃ´mio. HÃ¡ fragmentos dos Targuns de LevÃ­tico e JÃ³.

       Os manuscritos concordam com o texto massorÃ©tico e, indicam a existÃªncia de â€œprotomassorÃ©ticosâ€ entre os sÃ©culos I-III a.C..



      Onze grutas , seis escavadas no flanco do terraÃ§o, cinco na base da falÃ©sia.

       Os lotes mais significativos provÃªem das grutas 1Q, 4Q, 11Q.

       4Q, o maior nÃºmero de manuscritos de sete grutas, estas agrupadas em Ã¡reas prÃ³ximas ao Qirbet Qumran. As outras quatro grutas, estÃ£o agrupadas em Ã¡reas ao norte.

       Na 1Âª gruta, sete manuscritos. VÃ¡rias obras sectÃ¡rias. Dois manuscritos do livro de IsaÃ­as, um terceiro Ã© comentÃ¡rio de Habacuque. Os quatro Ãºltimos rolos receberam nomes de acordo com seu conteÃºdo: ApÃ³crifo de GÃªnesis, Regra (ou Manual de Disciplina), Regra da Guerra dos Filhos da Luz contra os Filhos da Trevas, e Hinos.



OS ESCRITOS



O PRECEITO DA COMUNIDADE (1QS)



      Descoberto na caverna 1, as onze colunas deste manuscrito, relativamente bem conservadas, foi publicado pela 1Âª vez em 1951. Importantes fragmentos de outros manuscritos do Preceito, contendo algumas versÃµes diferentes, tambÃ©m forma encontrados nas cavernas IV e V.

     O manuscrito  principal leva a marca da modificaÃ§Ã£o editorial. Principalmente a seÃ§Ã£o que abrange as colunas VIII-IX foi submetida a alteraÃ§Ã£o e Ã© consideravelmente resumida em um dos manuscritos fragmentÃ¡rios.

     O Preceito da Comunidade Ã© provavelmente um dos documentos mais antigos da comunidade; sua composiÃ§Ã£o original pode datar de 100 a.C..

      ContÃ©m trechos de cerimÃ´nias litÃºrgicas, estatutos referentes a iniciaÃ§Ã£o no grupo, Ã  vida comum, organizaÃ§Ã£o e disciplina, um cÃ³digo penal e uma dissertaÃ§Ã£o poÃ©tica sobre os deveres fundamentais do Mestre e seus discÃ­pulos.



PRECEITO DE DAMASCO (CD)



         Fragmentos extensos fora recuperados de trÃªs cavernas de QumrÃ£. Duas cÃ³pias incompletas deste documento foram encontradas em 1896-7, em meio a uma grande quantidade de manuscritos jogados num depÃ³sito (guenizÃ¡) de uma velha sinagoga do Cairo, Egito.

         Datando do sÃ©culo X e XII respectivamente, os manuscritos encontrados no Cairo.

          O titulo Preceito de Damasco deriva das referÃªncias na ExortaÃ§Ã£o Ã  â€œNova AlianÃ§aâ€ feita na terra de Damasco. Ã‰ sugerido que este documento tenha sido escrito por volta de 10 a.C..

O PRECEITO DA GUERRA (1QM, 4QM)



        Este manuscrito da caverna 1 apareceu pela primeira vez em 1954, com as dezenove colunas muito mutiladas.

        Muitos fragmentos de mais seis manuscritos foram descobertos na caverna 4 e publicados em 1982. Alguns deles refletem basicamente o texto da caverna 1.

        Trata-se de um escrito teolÃ³gico, e a guerra mencionada simboliza a luta eterna entre os espÃ­ritos da Luz e das Trevas.

        A data de sua composiÃ§Ã£o deve ser situada provavelmente nas Ãºltimas dÃ©cadas do primeiro sÃ©culo a.C., ou no inÃ­cio do primeiro sÃ©culo d.C..



  PERGAMINHO DO TEMPLO (11QT)



      Descoberto em 1956 na caverna 11, este documento sÃ³ emergiu semi-clandestinamente durante a â€œGuerra dos Seis Diasâ€, em junho de 1969.

      Este Ã© o manuscrito mais longo de Qumran, com mais de oito metros e meio de comprimento. Existem fragmentos deste documento nas cavernas 4 e 11. Na sua forma original consistiu de sessenta e sete colunas.

       A maior parte do Pergaminho trata do Templo, edifÃ­cio e mobÃ­lia., cultos, especialmente os sacrifÃ­cios nos sÃ¡bados e festas.

       A maior parte da legislaÃ§Ã£o depende direta ou indiretamente de LevÃ­tico, ÃŠxodo, e especialmente de DeuteronÃ´mio.

        Pode ser datado no II a.C., dizem que fragmentos nÃ£o publicados da caverna 4 podem ser datados da metade do sÃ©culo III a.C..



4Q181



      O primeiro fragmento de um documento da caverna 4 que seu editor deixou sem tÃ­tulo. Descreve de modo semelhante ao Preceito da Comunidade, os respectivos destinos dos amaldiÃ§oados e dos escolhidos.



HINOS. (1QH)



      Este manuscrito sofreu bastante com a deterioraÃ§Ã£o. Foi contado vinte e cinco composiÃ§Ãµes semelhantes aos Salmos bÃ­blicos. Os dois temas fundamentais sÃ£o exaltaÃ§Ã£o e conhecimento.

      Com relaÃ§Ã£o a data, o mÃ¡ximo que se pode dizer que esta coleÃ§Ã£o atingiu sua forma definitiva durante o Ãºltimo sÃ©culo prÃ©-cristÃ£o.


MANUSCRITOS DOS SALMOS ( 11QPsÂª )



      Encontrado na caverna 11, incompleto, contÃ©m seis poemas.
      Os prÃ³prios salmos pertencem provavelmente ao sÃ©culo II a.C. no mÃ¡ximo, mas podem ser tambÃ©m do sÃ©culo III a.C..



AS PALAVRAS DAS LUZES CELESTES (4Q504)



        Preservadas em trÃªs manuscritos fragmentados da caverna 4. SÃ£o ordenanÃ§as para os dias da semana, repletas de reminiscÃªncias bÃ­blicas.

        Ã‰ datado dos meados do sÃ©culo II a.C..



O PERGAMINHO DE COBRE 3Q15



       Descoberto em 1952. Devido a sua oxidaÃ§Ã£o, foi necessÃ¡rio cortÃ¡-lo em 23 tiras, apÃ³s minuciosa preparaÃ§Ã£o. Foi constatado que se tratava de 3 folhas de cobre, cada uma medindo 30 por 80 centÃ­metros, duas das quais tinham ainda seus lados unidos por rebites, constituindo o maior dos dois rolos. Parece que os dois rolos deviam estar primitivamente fixados um ao outro por essas duas extremidades. O pergaminho Ã© feito de um cobre de extraordinÃ¡ria pureza, com cerca de 1% apenas de estanho.

        O texto gravado, em caracteres hebraicos quadrados, sobre essa tira de cobre, que tem, no total, um comprimento de 2,40 metros. Estava ali uma lista de sessenta e quatro locais de tesouros ocultos. NÃ£o tem introduÃ§Ã£o, nem ornamentos, apenas enumera um apÃ³s outro, normalmente comeÃ§ando com uma frase preposicional, seguida de uma das localizaÃ§Ãµes, depois a quantidade dos objetos de valor Ã© informada. A maior parte do material oculto constitui-se de ouro e prata. As quantidades sÃ£o grandes, sendo medidas em termos de talentos.

         Entre as muitas peculiaridades do chamado â€œPergaminho de Cobreâ€, Ã© a existÃªncia de grupos de duas ou trÃªs letras gregas que se seguem a sete dos lugares. Tais grupos, KeN, XAG, HN, Qe, DI, TP e SK, nÃ£o sÃ£o palavras ou abreviaÃ§Ãµes conhecidas



KITTIM



         Ligado ao final da histÃ³ria de Qumran, temos os Kittim, que trataremos resumidamente. O termo Kittim em sua origem descreve os habitantes de Kition, uma colÃ´nia fenÃ­cia em Chipre. Josefo jÃ¡ diz que sÃ£o os que viviam em todas ilhas e a maioria dos paÃ­ses marÃ­timos. JÃ¡ em 1Âº Macabeus o autor identifica-os com os MacedÃ´nios. Sua identificaÃ§Ã£o estÃ¡ baseada na suposiÃ§Ã£o que a PÃ©rsia Ã© identificada com o reino AssÃ­rio. Tendo a AssÃ­ria conquistado a PÃ©rsia.

          Outra identificaÃ§Ã£o que Ã© feita, estÃ¡ no livro de Daniel, onde os Kittim poderiam ser identificado com os Romanos (Daniel 11:29-30). O autor do livro dos Jubileus parece identificÃ¡-los com o povo que viveu na Ã¡rea da GrÃ©cia.

         Os Kittim sÃ£o mencionados em sete rolos dos manuscritos do Mar Morto (Qumran), seis sÃ£o escritos sectÃ¡rios.  No Rolo ou Preceito da Guerra, sÃ£o descritos como o maior inimigo da comunidade, sendo mencionados oito vez em 1QM. No ComentÃ¡rio de Habaquq , o posicionamento Ã© neutro.

         Geza Vermes ressalta que o ComentÃ¡rio de Habaquq , o comentarista diz : â€œisto significa que eles fazem sacrifÃ­cios a seus estandartes e adoram suas armas de guerraâ€ (1Qp Hab. Vi,3-5). Segundo Vermes este costume de adorar os signa era caracterÃ­stico da religiÃ£o dos exÃ©rcitos romanos, como confirma Josefo em seu relato da tomada do Templo de JerusalÃ©m por Tito em 70 d.C.

          No Pesher de IsaÃ­as, os Kittim sÃ£o mencionados somente na interpretaÃ§Ã£o de IsaÃ­as 10: 33-34. No Pesher de IsaÃ­as (10:28-34) narra o caminho que o inimigo marcha do nordeste para JerusalÃ©m conquistando varias vilas. Quando o inimigo jÃ¡ muito prÃ³ximo de JerusalÃ©m, Deus esmagarÃ¡ ele e JerusalÃ©m serÃ¡ redimida. No Pesher de IsaÃ­as 10, na coluna 2 linha 27 lemos: â€˜quando ele vier do Vale do Acco lutar em Fil[istia]â€™.  O inimigo avanÃ§arÃ¡ em JerusalÃ©m vindo do nordeste. A redenÃ§Ã£o de JerusalÃ©m teria sido explicada como ato divino. Neste Pesher podemos identificar os Kittim com reino HelenÃ­stico.

             Em 1Âº Macabeus, 4Q247, Rolo da Guerra e o Pesher de IsaÃ­as, podemos identificÃ¡-los como reinos HelenÃ­sticos.



A COMUNIDADE



       A composiÃ§Ã£o da Comunidade segundo a Regra da Comunidade (1QS VIII): â€œ Segundo o programa da Comunidade (haverÃ¡) doze homens e trÃªs possuidores de sacerdÃ³cio perfeitos em toda revelaÃ§Ã£o em dependÃªncia de toda Lei, (destinada) a praticar a verdade, justiÃ§a, direito, amor benevolente e modÃ©stia de conduta, cada um para com seu prÃ³ximo, a conservar a fidelidade no paÃ­s, com firme disposiÃ§Ã£o e espÃ­rito contrito, e a expiar a iniquidade, praticando o direito e (suportando) angÃºstia da purificaÃ§Ã£o pelo fogo (fornalha), e a caminhar com todos em atitude de verdade e segundo a divisÃ£o do tempoâ€.

       Este Ã© o resto fiel que obedece Ã  Lei de MoisÃ©s e a todas as revelaÃ§Ãµes particulares a Levi e a seus descendentes. Em semelhante projeto existe contestaÃ§Ã£o das instituiÃ§Ãµes religiosas de JerusalÃ©m (templo, expiaÃ§Ãµes, recusa do novo calendÃ¡rio litÃºrgico).

       A nova Comunidade constituirÃ¡ o verdadeiro templo, no qual poderÃ¡ desenvolver uma liturgia segundo a vontade divina. Viver nessa Comunidade implicarÃ¡, comportar-se sempre em perfeito estado de pureza como no Templo ou atÃ© como no Santo dos Santos do Templo.

       Os trÃªs objetivos do grupo sÃ£o: estabelecer a alianÃ§a segundo os decretos eternos, expiar em favor do paÃ­s e dar aos maus sua retribuiÃ§Ã£o.

       A Comunidade de Qumran foi solidamente estabelecida ali no sÃ©culo II a.C. que sobreviveu por cerca de dois sÃ©culos ou mais.

       A Comunidade, os sacerdotes eram descritos como â€œfilhos de Sadokâ€, um sumo sacerdote do tempo de David.

        O ingresso na Comunidade se dava conforme consta na Regra da Comunidade (1QS VI): â€œTodo homem nascido em Israel, que livremente pleiteie o ingresso no Conselho da Comunidade, serÃ¡ examinado pelo GuardiÃ£o Ã  frente da CongregaÃ§Ã£o quanto a seu entendimento e a seus atos. Se ele estiver apto para a disciplina, serÃ¡ admitido na AlianÃ§a para que possa ser convertido Ã  verdade e deixar toda a falsidade. E ele (o GuardiÃ£o) o instruirÃ¡ em todas as regras da Comunidade. E mais tarde quando (o postulante) se postar diante da CongregaÃ§Ã£o, todos deliberarÃ£o sobre seu pleito, e conforme a decisÃ£o do Conselho da CongregaÃ§Ã£o ele ingressarÃ¡ ou serÃ¡ dispensado.â€

       A cerimÃ´nia de admissÃ£o Ã© marcada pelo compromisso do postulante, que o obriga a converter-se a Lei de MoisÃ©s, com as interpretaÃ§Ãµes dada pela Comunidade, conforme diz a Regra da Comunidade (1QS V).


                LDS manuscripts]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>MANUSCRITOS DO MAR MORTO (QUMRAN)</p>
<p>       Numa manhÃ£ de inverno de 1946-1947, trÃªs pastores beduÃ­nos (nÃ´mades do deserto) da tribo Taâ€™amireh, que estavam com seu rebanho ali, quando Ã  procura de algumas cabras, percebe duas aberturas na rocha. Ao tampar pedras pela abertura da rocha, ouve barulho de cerÃ¢mica quebrando. Dois dias apÃ³s entrou na caverna, encontrando uma sÃ©rie de jarros. Assim comeÃ§aram a ser encontrados os manuscritos.</p>
<p>       Os trabalhos de escavaÃ§Ãµes iniciaram em 15 de fevereiro de 1949 e terminou em 21 de marÃ§o de 1958. Onze grutas, seis escavadas no flanco do terraÃ§o e cinco na base da falÃ©sia.</p>
<p>       O primeiro manuscrito do Mar Morto foi encontrado no Cairo, Egito. Foi recuperado em 1897 numa guenizÃ¡h, local em uma sinagoga onde se guardam cÃ³pias de textos sagrados em desuso. O Documento de Damasco (ou Fragmentos Zadoqueus). A obra Ã© dividida em uma ExortaÃ§Ã£o e uma lista de Estatutos. Foi escrito por volta de 10 a.C..</p>
<p>       Os manuscritos bÃ­blicos encontrados em Qumran abrangem toda BÃ­blia hebraica, exceto o livro de Ester e, sÃ£o aproximadamente mil anos mais antigos do que o mais velho cÃ³dice.</p>
<p>       Um dos primeiros manuscritos retirados das grutas prÃ³ximas ao sÃ­tio de Qumran foi a Regra da Comunidade. Este documento de onze colunas apresenta poucas lacunas e estÃ¡ em bom estado de conservaÃ§Ã£o. Na gruta 4 foram descobertos tambÃ©m outros manuscritos fragmentÃ¡rios da mesma regra.</p>
<p>       A comunidade do Mar Morto (ou Qumran) foi estabelecida ali no sÃ©culo II a.C., que sobreviveu por cerca de dois sÃ©culos ou mais.</p>
<p>       A maioria dos manuscritos estÃ¡ em pergaminho, o restante em papiro.</p>
<p>       AlÃ©m dos manuscritos hebraicos, foram encontrados gregos e aramaicos. Os gregos sÃ£o fragmentos de ÃŠxodo, LevÃ­tico, NÃºmeros e DeuteronÃ´mio. HÃ¡ fragmentos dos Targuns de LevÃ­tico e JÃ³.</p>
<p>       Os manuscritos concordam com o texto massorÃ©tico e, indicam a existÃªncia de â€œprotomassorÃ©ticosâ€ entre os sÃ©culos I-III a.C..</p>
<p>      Onze grutas , seis escavadas no flanco do terraÃ§o, cinco na base da falÃ©sia.</p>
<p>       Os lotes mais significativos provÃªem das grutas 1Q, 4Q, 11Q.</p>
<p>       4Q, o maior nÃºmero de manuscritos de sete grutas, estas agrupadas em Ã¡reas prÃ³ximas ao Qirbet Qumran. As outras quatro grutas, estÃ£o agrupadas em Ã¡reas ao norte.</p>
<p>       Na 1Âª gruta, sete manuscritos. VÃ¡rias obras sectÃ¡rias. Dois manuscritos do livro de IsaÃ­as, um terceiro Ã© comentÃ¡rio de Habacuque. Os quatro Ãºltimos rolos receberam nomes de acordo com seu conteÃºdo: ApÃ³crifo de GÃªnesis, Regra (ou Manual de Disciplina), Regra da Guerra dos Filhos da Luz contra os Filhos da Trevas, e Hinos.</p>
<p>OS ESCRITOS</p>
<p>O PRECEITO DA COMUNIDADE (1QS)</p>
<p>      Descoberto na caverna 1, as onze colunas deste manuscrito, relativamente bem conservadas, foi publicado pela 1Âª vez em 1951. Importantes fragmentos de outros manuscritos do Preceito, contendo algumas versÃµes diferentes, tambÃ©m forma encontrados nas cavernas IV e V.</p>
<p>     O manuscrito  principal leva a marca da modificaÃ§Ã£o editorial. Principalmente a seÃ§Ã£o que abrange as colunas VIII-IX foi submetida a alteraÃ§Ã£o e Ã© consideravelmente resumida em um dos manuscritos fragmentÃ¡rios.</p>
<p>     O Preceito da Comunidade Ã© provavelmente um dos documentos mais antigos da comunidade; sua composiÃ§Ã£o original pode datar de 100 a.C..</p>
<p>      ContÃ©m trechos de cerimÃ´nias litÃºrgicas, estatutos referentes a iniciaÃ§Ã£o no grupo, Ã  vida comum, organizaÃ§Ã£o e disciplina, um cÃ³digo penal e uma dissertaÃ§Ã£o poÃ©tica sobre os deveres fundamentais do Mestre e seus discÃ­pulos.</p>
<p>PRECEITO DE DAMASCO (CD)</p>
<p>         Fragmentos extensos fora recuperados de trÃªs cavernas de QumrÃ£. Duas cÃ³pias incompletas deste documento foram encontradas em 1896-7, em meio a uma grande quantidade de manuscritos jogados num depÃ³sito (guenizÃ¡) de uma velha sinagoga do Cairo, Egito.</p>
<p>         Datando do sÃ©culo X e XII respectivamente, os manuscritos encontrados no Cairo.</p>
<p>          O titulo Preceito de Damasco deriva das referÃªncias na ExortaÃ§Ã£o Ã  â€œNova AlianÃ§aâ€ feita na terra de Damasco. Ã‰ sugerido que este documento tenha sido escrito por volta de 10 a.C..</p>
<p>O PRECEITO DA GUERRA (1QM, 4QM)</p>
<p>        Este manuscrito da caverna 1 apareceu pela primeira vez em 1954, com as dezenove colunas muito mutiladas.</p>
<p>        Muitos fragmentos de mais seis manuscritos foram descobertos na caverna 4 e publicados em 1982. Alguns deles refletem basicamente o texto da caverna 1.</p>
<p>        Trata-se de um escrito teolÃ³gico, e a guerra mencionada simboliza a luta eterna entre os espÃ­ritos da Luz e das Trevas.</p>
<p>        A data de sua composiÃ§Ã£o deve ser situada provavelmente nas Ãºltimas dÃ©cadas do primeiro sÃ©culo a.C., ou no inÃ­cio do primeiro sÃ©culo d.C..</p>
<p>  PERGAMINHO DO TEMPLO (11QT)</p>
<p>      Descoberto em 1956 na caverna 11, este documento sÃ³ emergiu semi-clandestinamente durante a â€œGuerra dos Seis Diasâ€, em junho de 1969.</p>
<p>      Este Ã© o manuscrito mais longo de Qumran, com mais de oito metros e meio de comprimento. Existem fragmentos deste documento nas cavernas 4 e 11. Na sua forma original consistiu de sessenta e sete colunas.</p>
<p>       A maior parte do Pergaminho trata do Templo, edifÃ­cio e mobÃ­lia., cultos, especialmente os sacrifÃ­cios nos sÃ¡bados e festas.</p>
<p>       A maior parte da legislaÃ§Ã£o depende direta ou indiretamente de LevÃ­tico, ÃŠxodo, e especialmente de DeuteronÃ´mio.</p>
<p>        Pode ser datado no II a.C., dizem que fragmentos nÃ£o publicados da caverna 4 podem ser datados da metade do sÃ©culo III a.C..</p>
<p>4Q181</p>
<p>      O primeiro fragmento de um documento da caverna 4 que seu editor deixou sem tÃ­tulo. Descreve de modo semelhante ao Preceito da Comunidade, os respectivos destinos dos amaldiÃ§oados e dos escolhidos.</p>
<p>HINOS. (1QH)</p>
<p>      Este manuscrito sofreu bastante com a deterioraÃ§Ã£o. Foi contado vinte e cinco composiÃ§Ãµes semelhantes aos Salmos bÃ­blicos. Os dois temas fundamentais sÃ£o exaltaÃ§Ã£o e conhecimento.</p>
<p>      Com relaÃ§Ã£o a data, o mÃ¡ximo que se pode dizer que esta coleÃ§Ã£o atingiu sua forma definitiva durante o Ãºltimo sÃ©culo prÃ©-cristÃ£o.</p>
<p>MANUSCRITOS DOS SALMOS ( 11QPsÂª )</p>
<p>      Encontrado na caverna 11, incompleto, contÃ©m seis poemas.<br />
      Os prÃ³prios salmos pertencem provavelmente ao sÃ©culo II a.C. no mÃ¡ximo, mas podem ser tambÃ©m do sÃ©culo III a.C..</p>
<p>AS PALAVRAS DAS LUZES CELESTES (4Q504)</p>
<p>        Preservadas em trÃªs manuscritos fragmentados da caverna 4. SÃ£o ordenanÃ§as para os dias da semana, repletas de reminiscÃªncias bÃ­blicas.</p>
<p>        Ã‰ datado dos meados do sÃ©culo II a.C..</p>
<p>O PERGAMINHO DE COBRE 3Q15</p>
<p>       Descoberto em 1952. Devido a sua oxidaÃ§Ã£o, foi necessÃ¡rio cortÃ¡-lo em 23 tiras, apÃ³s minuciosa preparaÃ§Ã£o. Foi constatado que se tratava de 3 folhas de cobre, cada uma medindo 30 por 80 centÃ­metros, duas das quais tinham ainda seus lados unidos por rebites, constituindo o maior dos dois rolos. Parece que os dois rolos deviam estar primitivamente fixados um ao outro por essas duas extremidades. O pergaminho Ã© feito de um cobre de extraordinÃ¡ria pureza, com cerca de 1% apenas de estanho.</p>
<p>        O texto gravado, em caracteres hebraicos quadrados, sobre essa tira de cobre, que tem, no total, um comprimento de 2,40 metros. Estava ali uma lista de sessenta e quatro locais de tesouros ocultos. NÃ£o tem introduÃ§Ã£o, nem ornamentos, apenas enumera um apÃ³s outro, normalmente comeÃ§ando com uma frase preposicional, seguida de uma das localizaÃ§Ãµes, depois a quantidade dos objetos de valor Ã© informada. A maior parte do material oculto constitui-se de ouro e prata. As quantidades sÃ£o grandes, sendo medidas em termos de talentos.</p>
<p>         Entre as muitas peculiaridades do chamado â€œPergaminho de Cobreâ€, Ã© a existÃªncia de grupos de duas ou trÃªs letras gregas que se seguem a sete dos lugares. Tais grupos, KeN, XAG, HN, Qe, DI, TP e SK, nÃ£o sÃ£o palavras ou abreviaÃ§Ãµes conhecidas</p>
<p>KITTIM</p>
<p>         Ligado ao final da histÃ³ria de Qumran, temos os Kittim, que trataremos resumidamente. O termo Kittim em sua origem descreve os habitantes de Kition, uma colÃ´nia fenÃ­cia em Chipre. Josefo jÃ¡ diz que sÃ£o os que viviam em todas ilhas e a maioria dos paÃ­ses marÃ­timos. JÃ¡ em 1Âº Macabeus o autor identifica-os com os MacedÃ´nios. Sua identificaÃ§Ã£o estÃ¡ baseada na suposiÃ§Ã£o que a PÃ©rsia Ã© identificada com o reino AssÃ­rio. Tendo a AssÃ­ria conquistado a PÃ©rsia.</p>
<p>          Outra identificaÃ§Ã£o que Ã© feita, estÃ¡ no livro de Daniel, onde os Kittim poderiam ser identificado com os Romanos (Daniel 11:29-30). O autor do livro dos Jubileus parece identificÃ¡-los com o povo que viveu na Ã¡rea da GrÃ©cia.</p>
<p>         Os Kittim sÃ£o mencionados em sete rolos dos manuscritos do Mar Morto (Qumran), seis sÃ£o escritos sectÃ¡rios.  No Rolo ou Preceito da Guerra, sÃ£o descritos como o maior inimigo da comunidade, sendo mencionados oito vez em 1QM. No ComentÃ¡rio de Habaquq , o posicionamento Ã© neutro.</p>
<p>         Geza Vermes ressalta que o ComentÃ¡rio de Habaquq , o comentarista diz : â€œisto significa que eles fazem sacrifÃ­cios a seus estandartes e adoram suas armas de guerraâ€ (1Qp Hab. Vi,3-5). Segundo Vermes este costume de adorar os signa era caracterÃ­stico da religiÃ£o dos exÃ©rcitos romanos, como confirma Josefo em seu relato da tomada do Templo de JerusalÃ©m por Tito em 70 d.C.</p>
<p>          No Pesher de IsaÃ­as, os Kittim sÃ£o mencionados somente na interpretaÃ§Ã£o de IsaÃ­as 10: 33-34. No Pesher de IsaÃ­as (10:28-34) narra o caminho que o inimigo marcha do nordeste para JerusalÃ©m conquistando varias vilas. Quando o inimigo jÃ¡ muito prÃ³ximo de JerusalÃ©m, Deus esmagarÃ¡ ele e JerusalÃ©m serÃ¡ redimida. No Pesher de IsaÃ­as 10, na coluna 2 linha 27 lemos: â€˜quando ele vier do Vale do Acco lutar em Fil[istia]â€™.  O inimigo avanÃ§arÃ¡ em JerusalÃ©m vindo do nordeste. A redenÃ§Ã£o de JerusalÃ©m teria sido explicada como ato divino. Neste Pesher podemos identificar os Kittim com reino HelenÃ­stico.</p>
<p>             Em 1Âº Macabeus, 4Q247, Rolo da Guerra e o Pesher de IsaÃ­as, podemos identificÃ¡-los como reinos HelenÃ­sticos.</p>
<p>A COMUNIDADE</p>
<p>       A composiÃ§Ã£o da Comunidade segundo a Regra da Comunidade (1QS VIII): â€œ Segundo o programa da Comunidade (haverÃ¡) doze homens e trÃªs possuidores de sacerdÃ³cio perfeitos em toda revelaÃ§Ã£o em dependÃªncia de toda Lei, (destinada) a praticar a verdade, justiÃ§a, direito, amor benevolente e modÃ©stia de conduta, cada um para com seu prÃ³ximo, a conservar a fidelidade no paÃ­s, com firme disposiÃ§Ã£o e espÃ­rito contrito, e a expiar a iniquidade, praticando o direito e (suportando) angÃºstia da purificaÃ§Ã£o pelo fogo (fornalha), e a caminhar com todos em atitude de verdade e segundo a divisÃ£o do tempoâ€.</p>
<p>       Este Ã© o resto fiel que obedece Ã  Lei de MoisÃ©s e a todas as revelaÃ§Ãµes particulares a Levi e a seus descendentes. Em semelhante projeto existe contestaÃ§Ã£o das instituiÃ§Ãµes religiosas de JerusalÃ©m (templo, expiaÃ§Ãµes, recusa do novo calendÃ¡rio litÃºrgico).</p>
<p>       A nova Comunidade constituirÃ¡ o verdadeiro templo, no qual poderÃ¡ desenvolver uma liturgia segundo a vontade divina. Viver nessa Comunidade implicarÃ¡, comportar-se sempre em perfeito estado de pureza como no Templo ou atÃ© como no Santo dos Santos do Templo.</p>
<p>       Os trÃªs objetivos do grupo sÃ£o: estabelecer a alianÃ§a segundo os decretos eternos, expiar em favor do paÃ­s e dar aos maus sua retribuiÃ§Ã£o.</p>
<p>       A Comunidade de Qumran foi solidamente estabelecida ali no sÃ©culo II a.C. que sobreviveu por cerca de dois sÃ©culos ou mais.</p>
<p>       A Comunidade, os sacerdotes eram descritos como â€œfilhos de Sadokâ€, um sumo sacerdote do tempo de David.</p>
<p>        O ingresso na Comunidade se dava conforme consta na Regra da Comunidade (1QS VI): â€œTodo homem nascido em Israel, que livremente pleiteie o ingresso no Conselho da Comunidade, serÃ¡ examinado pelo GuardiÃ£o Ã  frente da CongregaÃ§Ã£o quanto a seu entendimento e a seus atos. Se ele estiver apto para a disciplina, serÃ¡ admitido na AlianÃ§a para que possa ser convertido Ã  verdade e deixar toda a falsidade. E ele (o GuardiÃ£o) o instruirÃ¡ em todas as regras da Comunidade. E mais tarde quando (o postulante) se postar diante da CongregaÃ§Ã£o, todos deliberarÃ£o sobre seu pleito, e conforme a decisÃ£o do Conselho da CongregaÃ§Ã£o ele ingressarÃ¡ ou serÃ¡ dispensado.â€</p>
<p>       A cerimÃ´nia de admissÃ£o Ã© marcada pelo compromisso do postulante, que o obriga a converter-se a Lei de MoisÃ©s, com as interpretaÃ§Ãµes dada pela Comunidade, conforme diz a Regra da Comunidade (1QS V).</p>
<p>                LDS manuscripts</p>
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		<title>By: Boyd</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115381</link>
		<dc:creator><![CDATA[Boyd]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2007 19:05:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dear Samuel Brown,

    I did not spend a l ong time understanding the essay since my reason for finding it was due to query I entered &quot;Jesus the Christ in Russian&quot; and this article appeared.  Am I to understand that such a translation actually exists?  ANd if so who is the author and can I speak to that person?  I am very interested in obtaining such a translation if possible.

Thank you,
Boyd
(Palmyra, NY)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dear Samuel Brown,</p>
<p>    I did not spend a l ong time understanding the essay since my reason for finding it was due to query I entered &#8220;Jesus the Christ in Russian&#8221; and this article appeared.  Am I to understand that such a translation actually exists?  ANd if so who is the author and can I speak to that person?  I am very interested in obtaining such a translation if possible.</p>
<p>Thank you,<br />
Boyd<br />
(Palmyra, NY)</p>
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	<item>
		<title>By: John Shaw</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115374</link>
		<dc:creator><![CDATA[John Shaw]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 17:56:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sam,

It&#039;s been several years since I thought about this translation.  It was very interesting to read the thoughts about your work.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sam,</p>
<p>It&#8217;s been several years since I thought about this translation.  It was very interesting to read the thoughts about your work.</p>
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		<title>By: Kevin Barney</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115377</link>
		<dc:creator><![CDATA[Kevin Barney]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 17:06:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Thank you for sharing this fascinating experience with us, Sam.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Thank you for sharing this fascinating experience with us, Sam.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Samuel Brown</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115378</link>
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Brown]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 15:26:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Thanks for the kind words. It really was a privilege to participate in honoring Fr. Men.  The one thing I left out of the essay is the fact that I was so scared of introducing Mormon heresy that I opted for a very literal translation, for those of you about to read it.  In addition, Men intended this as a broad introduction to Christ&#039;s life for the uninitiate.  Happy reading.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Thanks for the kind words. It really was a privilege to participate in honoring Fr. Men.  The one thing I left out of the essay is the fact that I was so scared of introducing Mormon heresy that I opted for a very literal translation, for those of you about to read it.  In addition, Men intended this as a broad introduction to Christ&#8217;s life for the uninitiate.  Happy reading.</p>
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		<title>By: Joshua Madson</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115379</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joshua Madson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 08:11:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Look forward to reading the book. gr8 essay]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Look forward to reading the book. gr8 essay</p>
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		<title>By: Steve Evans</title>
		<link>http://bycommonconsent.com/2007/02/06/bcc-papers-2-1-brown/#comment-115380</link>
		<dc:creator><![CDATA[Steve Evans]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 02:26:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Outstanding.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Outstanding.</p>
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